Eleições 2016: saiba os principais pontos discutidos por Fábio Ramalho sobre gestão pública e servidor municipal no debate promovido pelo SINTAB

Durante o debate promovido pelo SINTAB, que ocorreu na manhã desta quarta-feira (14), no Centro Marista de Eventos, o candidato a prefeito de Lagoa Seca, Fábio Ramalho (PSDB), comprovou mais uma vez que é a melhor opção para governar o município. Com tranqüilidade e segurança em suas explanações, o prefeitável cumpriu com excelência as falas que contemplavam as respostas. Sempre objetivo, conseguiu dentro do tempo estabelecido colocar as melhores propostas para os servidores municipais. 

Mediado pelo jornalista Eliezer Aguiar, após a apresentação das regras do debate, que transcorreu em cinco blocos, deu-se início uma rodada de perguntas previamente selecionadas vindas dos próprios servidores municipais. Ao ser questionado sobre o PCCR (Plano de Cargos e Carreiras) Fábio deu uma resposta à altura do que os trabalhadores precisavam ouvir.

“Com certeza nós iremos reestruturar os PCCRs, inclusive mostrando e fazendo dos servidores que estão de fora, todos os auxiliares e servidores que hoje cobram podem ter certeza que na nossa gestão iremos fazer [...] O outro candidato aqui presente não tem condições de assumir que foi a gestão de 2012 que criou os dois PCCRs existentes, o do magistério e o da saúde, e vocês são provas disso, inclusive o candidato não tem condições aqui de dizer que não lutou na Câmara por a criação de um, coisa que fiz enquanto vereador e farei mais firmemente enquanto prefeito”, afirmou.

Quando questionado sobre a saúde financeira do município, Fábio Ramalho respondeu com garantias de agir com responsabilidade diante a administração do dinheiro público.

“Nós iremos dá a garantia a todos os servidores do seu pagamento em dia. Na nossa gestão nós iremos tratar da mesma forma que tratei os funcionários da Câmara, pagando dentro do mês trabalhado, pagando décimo terceiro, fazendo com que o servidor se sinta em casa [...] Nós iremos administrar com o pé no chão, com as finanças em ordem, pagando em dia, pagando aos fornecedores, pagando aos servidores”, garantiu.

Além disso, Fábio Ramalho garantiu o pagamento em dia dos servidores, respeitando o trabalho de cada de cada um dando a retribuição de forma justa e dentro do mês trabalhado.

De forma veemente ressaltou que irá valorizar e respeitar o servidor público de Lagoa Seca. 

“Funcionário nenhum vai está em meio de rua brigando por seus direitos, porque nós somos conscientes. Passei quatro anos na Câmara como presidente e não tem um funcionário que reclame da minha gestão, pelo contrário existem elogios, e é nessa certeza que estou garantindo tudo o que for necessário para vocês. Vamos resgatar juntos tudo de bom que os servidores tinham”, concluiu Fábio.

Sobre o IPSER disse que irá reestruturar para garantir sua funcionalidade e finalidade para com os servidores públicos do município.

“Inicialmente nós iremos fazer uma auditoria dentro do IPSER, fazer avaliações para podermos entender o que fizeram para poder quebrar em 3 anos e 8 meses este IPSER. Iremos fazer com que a saúde financeira volte a respirar da melhor forma possível. Primeiro, cumprindo em dia os pagamentos da parte patronal do município; segundo, depois dessa auditoria, caso necessário, iremos fazer o parcelamento de suas dívidas e cumprir em dia o pagamento do IPSER”, disse Fábio.

Ainda sobre a questão do IPSER, fez uma denúncia inteiramente verídica sobre mais um descaso administrativo da atual gestão. Disse Fábio: “o candidato que tem o apoio do atual gestor foi presidente de uma CPI que não chegou a nada, não detectou que os funcionários ativos recebem o salário família pelo IPSER, coisa totalmente inconstitucional e que será cobrada na nossa gestão para que a Prefeitura receba este dinheiro de volta”, alertou Fábio.

Ao falar sobre o futuro de sua gestão, Fábio Ramalho garantiu a realização de concurso público para que aumente o número de funcionários efetivos e diminua os cargos comissionados.

“Nós iremos garantir a Lagoa Seca concurso público, os prestadores de serviços fazem sua contribuição ao INSS, que não fica nada para o município, enquanto os concursados pagam ao IPSER, e isso nós queremos garantir que os funcionários entrem pela porta da frente, não por apadrinhamentos políticos ou amizades, isso é um compromisso da nossa gestão”, garantiu.

Da redação,
com assessoria

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