Em Lagoa Seca, campanha de vacinação contra H1N1 acaba nesta sexta-feira, 20

Todas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e postos de saúde do município de Lagoa Seca, no Agreste da Paraíba estiveram com suas equipes de saúde mobilizadas para imunizar a população contra a Influenza A H1N1. Equipes volantes também foram até as residências de alguns moradores para aplicar a vacina. A campanha de vacinação contra gripe teve início dia 26 de abril e encerra-se nesta sexta-feira, 20. A secretaria municipal de saúde divulgará, ainda, nesse mês, o balanço geral da campanha no município.

Nesta campanha, além de indivíduos com 60 anos ou mais de idade, foram vacinadas as crianças na faixa etária de seis meses a menores de cinco anos de idade (quatro anos, 11 meses e 29 dias), as gestantes, as puérperas (até 45 dias após o parto), os trabalhadores de saúde, os grupos portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, os adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas, a população privada de liberdade e os funcionários do sistema prisional. 

Sobre a doença

“A influenza é uma doença respiratória infecciosa de origem viral, que pode levar ao agravamento e ao óbito, especialmente nos indivíduos que apresentam fatores ou condições de risco para as complicações da infecção, como crianças menores de 5 anos de idade, gestantes, adultos com 60 anos ou mais, portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais”, explica Eudes, coordenador de imunização da secretaria municipal de saúde de Lagoa Seca.

Transmissão

A transmissão do vírus H1N1 ocorre principalmente através do contato com partículas eliminadas por pessoas infectadas ou mãos e objetos contaminados por secreções. Segundo nota do Ministério da Saúde é muito elevada em ambiente domiciliar, creches, escolas e em ambientes fechados ou semi-fechados, dependendo não apenas da infectividade das cepas, mas também do número e intensidade dos contatos entre pessoas de diferentes faixas etárias. A transmissão também é elevada em aviões, navios e outros meios de transporte coletivo, onde são frequentemente registrados surtos de influenza A e B que acometem passageiros e tripulantes.

Da redação

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