Ressaca eleitoral: temporada de perseguições começa na Prefeitura Municipal de Lagoa Seca...

Em Lagoa Seca, por orientação de alguns assessores mais próximos do prefeito José Tadeu (PSC) a ordem agora é exonerar e perseguir sumariamente servidores e prestadores de serviços da Prefeitura de Lagoa Seca. Motivo? Perseguição política àqueles que não votaram nos candidatos apoiados pelo chefe do executivo municipal, que aliás, ficaram na lanterna entre os políticos votados no último domingo (5) no município.

Um exemplo desse tipo de prática são os agentes de limpeza urbana Marcelo Lopes, que prestava serviços na cidade e foi transferido para o Distrito do Floriano, na zona rural e Ribamar, mais conhecido como Riba, que, em situação inversa, foi transferido do Distrito de Campinote, também na zona rural, para a cidade.

Os servidores perseguidos já foram à imprensa da região e ao Ministério Público e ao SINTAB denunciar os atos do prefeito, que, a priori, não tem nenhuma vinculação com o interesse público. O ato por si, já caracteriza intrinsecamente abuso de autoridade e perseguição política, ferindo, portanto, os princípios da legalidade, moralidade e impessoalidade.

Até o momento, o prefeito Tadeu e o secretário de Infraestrutura não se pronunciaram sobre o assunto. A nossa reportagem entrou em contato com o secretário da Administração, Wesley Araujo Siqueira, que nega as acusações.

Caberá agora ao Ministério Público investigar o caso, já que é a instituição constitucionalmente incumbida da defesa do patrimônio público e dos interesses difusos.

Da redação

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