Diretor Taciano Valério apresenta e agradece de forma calorosa integrantes do filme de Pingo D'água...

Caminhando para sua reta final, a 47ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro tem surpreendido o público com uma seleção nada convencional na mostra competitiva de longas-metragens. Provavelmente um dos filmes mais emblemáticos nesse sentido, seja o filme paraibano, que também foi gravado em Lagoa Seca, seja Pingo D’água. 

Um dos destaques da mostra competitiva de longas-metragens do 47° Festival de Brasília do Cinema Brasileiro é o paraibano Pingo d’Água, de Taciano Valério. Capítulo final da trilogia iniciada por Onde Borges Tudo Vê (2012) e seguida por Ferrolho (2012), o filme dividiu a opinião do público e da crítica, que conferiu em primeira mão uma trama que combina ficção com realidade a respeito de um grupo de atores envolvidos na realização de um filme que pode ser o mesmo que já está sendo projetado, além de discussões filosóficas entre todos os envolvidos. 

Um dos maiores destaques do elenco é a presença do pesquisador, crítico de cinema, teórico e roteirista Jean-Claude Bernardet, que nos últimos anos tem investido na carreira de ator. Porém, o que mais chamou atenção foi como o diretor Taciano Valério agradeceu a todos os envolvidos na realização do seu projeto: com um beijo na boca, dado em cima do palco do festival antes da apresentação do filme. Uma maneira inusitada, emocionante e surpreendente de envolver a plateia. Resta esperar a noite de premiação para verificar se tal estratégia deu, ou não, certo. 

A zona rural de Lagoa Seca, que foi espaço de gravação para o filme, através de todos os seus moradores, torce para que o filme seja premiado. Boa sorte ao ex-secretário de Cultura de Lagoa Seca que faz parte da equipe do filme.

Com redação

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