Damião Calafange viaja a Brasília em busca de recursos para a saúde de Lagoa Seca...



O secretário de saúde de Lagoa Seca, Damião Calafange, viaja nesta terça-feira, 14, a Brasília, DF, onde busca, em diversos órgãos vinculados ao Ministério da Saúde, o adiantamento e liberação de recursos referentes a convênios que o município tem com o Governo Federal.

Na Capital Federal, Calafange cumpre extensa agenda. Na quarta feira, 15, ele estará com técnicos do Fundo Nacional de Saúde e DENASUS - Departamento Nacional de Auditoria do SUS, para negociar pendências da gestão anterior que pode comprometer a atual gestão da saúde no município. Ele ainda cumpre agenda na Coordenação Nacional de Saúde Bucal para liberação de recursos para o laboratório de prótese do CEO - Centro de Especialidades Odontológicas de Lagoa Seca e na Coordenação Nacional de Atenção Básica para agilizar a liberação de mais uma unidade de PSF e implantação do Programa de Internação Domiciliar.

Na quinta-feira, 16, sua agenda segue na Coordenação Nacional de Saúde Mental para agilizar a liberação de recursos da ordem de R$ 800 mil para construção do CAPS e na Coordenação Nacional de Assistência Hospitalar para solicitar aumento de repasse de recursos para o Hospital Municipal Ana Maria Coutinho. 


De acordo com Damião Calafange, só no ano passado, mesmo sem aumento de recurso federal, o Hospital Municipal de Lagoa Seca aumentou em mais de 100% a AIH's - Autorização de Internação Hospitar, num total de 270 em 2013. Como resultado, foram uma média de mais de 1000 atendimentos na emergência, mais 150 pequenas cirurgias, além do mesmo número em exames laboratoriais e de endoscopias por mês. Em 2012, na gestão anterior, foram produzidos apenas 114 AIH's.

Uma das principais ações de política pública na área de saúde para Lagoa Seca, na gestão do prefeito José Tadeu será, segundo informou Damião Calafange à nossa reportagem, a implantação do Programa de Internação Domiciliar, que tem ressurgido como uma tendência mundial em resposta às demandas decorrentes da transição demográfica e epidemiológica, ou seja: a população está envelhecendo e com isso aumentando a prevalência de doenças crônicas, o que ocasiona elevação dos custos assistenciais em saúde. Dessa forma, urge a necessidade de alternativas assistenciais para atender a essa crescente demanda. 

A Internação Domiciliar é uma modalidade de atenção realizada por uma equipe multiprofissional específica para esse fim, com ações de promoção à saúde, prevenção, e por prestar assistência a pessoas com quadros clínicos mais graves, porém estáveis, que exijam cuidados mais complexos e com necessidade de tecnologia especializada, que superam aqueles que possam ser oferecidos pela Atenção Primária (PSF – Programa Saúde da Família; PACS – Programa de Agentes Comunitários de Saúde e CS – Centros de Saúde).

Maiores informações serão divulgadas ao longo da semana sobre a viagem do secretário Damião Calafange à Brasília.

Da redação

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